terça-feira, 29 de setembro de 2009

A Serra e os seus Moinhos

A Serra de Montemuro com os seus moinhos de vento.


Era neste velhinho moinho, lá no ponto mais alto da serra, que os lavradores ião levar os seus grãos de trigo, para ao Moleiro que com a ajuda do vento que fazia rodar as mós onde era moído o trigo e transformado em farinha, que depois os lavradores levavam a farinha dos seus grãos para as suas casas onde era guardada durante todo o ano, onde depois faziam o seu próprio pão para a alimentação de suas famílias.


O pão era amaçado em alguidares de barro vidrado que depois éra tapado com mantas para levedar durante algum tempo até estár em condições para fazer os pães e meter no forno a lenha que depois de cozido, era guardado em cestas de verga, e enrolado em panos para proteger, e onde era guardado normalmente durante toda a semana porque esta tarefa era semanal, só era alterado o dia se o consumo fosse superior ao habitual, caso de visitas ou de lavradores que ião ajudar nas tarefas dos campos.

Hoje o velho moinho, tem por companhia dois gigantes moinhos eólicos, que produzem a energia para alimentar as novas tecnologias que todos nós temos em casa para o nosso bem estár .

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Uma pequena História de Aldeia


UMA PEQUENA HISTÓRIA DE ALDEIA


Montemuro é uma pequena aldeia que vivia dos trabalhos do campo. Na aldeia produzia-se os cereais para fazer o bom pão, as palhas para os animais se alimentarem durante o verão, porque de inverno o alimento era mais abundante. Todo o tipo de horticultura, e também era feito a recolha do leite, uma parte ia para a cooperativa e a outra era para fazer os bons queijos.

Os cereais e os produtos hortícolas mantinham a alimentação das famílias durante todo o ano como o trigo, cevada, grão, feijão, batata, cebola, alho, entre outros produtos, que eram guardados em celeiro.

Havia muita produção de produtos hortícolas que eram comercializados para os mercados abastecedores de Lisboa, como o Mercado da ribeira e o mercado do Campo Grande. Com as vendas dos produtos nestes mercados as pessoas da aldeia abasteciam-se de outros produtos que lhes proporcionavam uma vida com mais qualidade. Na aldeia quase todas as famílias tinha animais para consumo próprio o porco como por exemplo o coelho, a galinha, nesta altura não havia frigoríficos, como hoje existe, então nessa altura fazia-se a sua conserva do seguinte modo a carne do porco era salgada e guardada em salgadeiras de pedra para consumir durante o ano, o coelho e a galinha eram consumidos em dias festivos.

Era assim que se vivia na aldeia.

Foi nesta aldeia de Montemuro, que nos anos 60 sairão os primeiros queijos frescos, para a então Vila de Loures e para a cidade de Lisboa. Os queijos frescos eram feitos pelas mulheres da aldeia, através do leite retirado dos animais que tinham para este propósito, que eram, ovelhas e cabras com este leite faziam os deliciosos queijos que eram vendidos de porta em porta quer na então Vila de Loures, quer em Lisboa, Os queijos frescos eram transportados em caixas de madeira com algumas prateleiras, onde eram postos com muito cuidado para não se partir e ficassem direitos Mas com o passar dos anos esta tornou-se uma indústria com alguma dimensão. Hoje já existem várias fábricas, umas familiares outras já como indústria de grande dimensão.

Montemuro é uma aldeia simpática mas como todos nós, ela também mudou os campos deixaram de ser cultivados, devido á falta de rendimento na produção, a população mais idosa foi obrigada a deixar os campos por falta de forças, e os mais novos saíram na expectativa de uma vida melhor porque o trabalho no campo não chegava para sobreviver e sustentar a família. E então ouve
necessidade de procurar novas formas de vida fora da aldeia.




quarta-feira, 17 de junho de 2009

Montemuro a Minha Aldeia



Montemuro a Minha Aldeia



A minha aldeia fica situada no supé da Serra de Montemuro a mais alta do concelho de Mafra, rodeada por serras e vales, tem uma magnifica vista para o Rio Tejo e para o vale de Loures, é também agraciada com a bela paizagem de Sintra e do azul e cintilante Oceano Atlântico.